An Unbiased View of preço de camera de segurança em palmas tocantins

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O que determine um objecto como objecto artístico na chamada arte contemporânea não é o objecto propriamente dito, mas a metadata à volta dele: os sítios onde foi mostrado, as críticas que recebeu, as notícias que foram escritas, as polémicas suscitadas. Segundo os seus mentores “Arte passa a ser tudo aquilo que o artista afirme como arte”.

Ao responder à pergunta "Como surge a necessidade de realizar uma fotografia?" ele diz: É apenas uma intuição. São acidentes que surgem. As minhas fotografias podem ter origem em qualquer lugar, mas surgem quase sempre de forma acidental: pode ser alguma coisa que vi na rua, pode ser algo que uma pessoa me contou, pode ser uma canção e pode ser também um livro". Depois respondendo à questão "Podemos então ler as suas fotografias como poemas" Jeff Wall responde: "Análogas à prosa poética, de uma forma simples. Sinto que Baudelaire que escreveu os maiores poemas em prosa, teve intenção de escrever uma reportagem e acabou com um poema. E penso que esse processo diz tudo acerca de como uma fotografia se pode tornar artística." Alguns dirão que fotografam porque não sabem escrever. Eu digo que fotografo quando não quero escrever. Porque a fotografia me permite contar melhor as histórias que quero contar. E de facto, sem falsa modéstia, acho que todos os meus livros, bons ou maus, são livros de prosa poética, tal como afirma Jeff Wall.

Só Jesus afinal não quer nada convosco David ~Mourão-Ferreira@@ Confesso que tenho dificuldade em compreender este gesto repetido, quase mecânico, de amigos, pessoas sensíveis e inteligentes, de enviar postaizinhos bonitinhos com neve, com pais-natais, com pinheirinhos e luzinhas, a desejar Boas Festas e um Bom Ano, como se fosse possível termos Boas Festas e um Bom Ano enquanto bandidos destroem o país.

indent indent @@font-sizing:10px;''O Mar Parece Azeite'' A poesia arriveça quando um idiota diz, a respeito do mar: «o mar parece azeite». Não é, facto, uma descrição exacta de um mar bonançoso, mas o prazer de ter descoberto a semelhança, a exactidão de um liame misterioso, a necessidade de gritar aos quatro ventos que de tal nos apercebemos.

2010-eleven - De novo o Contemporâneo]]. Claro que existem muitos autores originais, autores com visão própria, e também em Portugal, mas esses persistem, se não na obscuridade, em circuitos menos visíveis e menos prestigiados, às vezes quase marginais, enquanto aqueles que realiza(ra)m a fotografia valorizada pelos mercados, ou simplesmente a clonam, nos são mostrados todos os dias como ícones indiscutíveis. Visitamos tantas vezes galerias, museus, bienais, para vermos os mesmos nomes, autores que já vimos há um mês, há um ano, há dois anos, ou então outros que hoje clonam os que tínhamos visto há um mês, há um ano ou há dois anos, ou outros que clonam processos que, pretendendo ser de ruptura, nada rompem, antes repetem fórmulas que perderam a acuidade. E apercebemo-nos mesmo, nalguns casos, de que alguns desses autores aceitaram abdicar da voz própria que tiveram no passado, para debutarem nos salões. Há excepções? Claro que há, mas esta linha de força, assente na clonagem, na pretensa ruptura de um falso contemporâneo, imposta muitas vezes por gente muito afastada da fotografia, é um espartilho que, como um colete de forças, cinge a fotografia em Portugal e no mundo. E o que é verdadeiramente preocupante é que tudo isto acontece à frente dos nossos olhos e não vemos uma polémica acesa, que seria all-natural que acontecesse.

]] com uma selecção de imagens da viagem que fiz em Junho à volta da ilha.O álbum funciona assim com uma espécie de diário. Despretensioso. Nada mais do que isso.

Este ano o PAN esteve para não se organizar devido a fortes constrangimentos financeiros, mas a população exigiu-o do seu alcaide. E com um orçamento menor teve de acontecer. Tive a sorte de ser convidado e pude mostrar o projecto Catedrais do Silêncio. Hei-de voltar! Morille é talvez uma prova de que é possível termos um poder regional diferente.

]] a partir das várias fotografias que fiz sobre a destruição da 2ª torre e que fui publicando no Facebook.

E onde estão os meses de Setembro e aquelas tardes que se prolongavam abafadas e não nos deixavam sair, que o calor period tanto? Roubaram-nos o tempo e nem sequer sabemos quem nos roubou. Hoje de Junho a Setembro é um instante. Roubaram-nos e trocaram-nos o tempo, sem darmos por nada. indent indent @@font-dimension:11px;Sou dono de um tempo vazio, ou de um tempo só cheio de tempo? I

A Raquel vive perto, em La Fuente de San Esteban. Conversei com ela sobre as consequências trágicas da mina para a região e para as populações. As termas fecharão, naturalmente. E, a mina esgotada, a Berkeley irá para outro lado. Contou-me das ilegalidades da Berkeley, que têm por exemplo cortado mihares de sobreiros sem licença, e da forma como corrompeu os decisores políticos na região e em Madrid, e das iniciativas cidadãs para os parar.

Achei que os deveria partilhar aqui; são pelo menos um pretexto para lembrar Cesário. indent indent @@font-dimension:10px;//Eu caminho na cidade,

O livro de Barthes pretende ser uma reflexão profunda sobre a essência da fotografia. Barthes ocupa grande parte do ensaio a classificar as fotografias em dois grandes grupos. As fotografias com //studium// como ele diz, e as fotografias com //punctum//. As fotografias como //studium// seriam aquelas que nos interessam por qualquer razão. Por exemplo, se nos interessarmos por história do século XX, as fotografias da implantação da República em Portugal serão //studium// para nós. As fotografias com //punctum// são fotografias de que gostamos porque nos ferem, para utilizar a terminologia de Barthes. indent indent @@font-sizing:10px;O primeiro é visivelmente uma área que eu reconheço facilmente, em enjoymentção do meu saber, da minha cultura…a palavra existe em latim: é o studium…é pelo studium que me interesso por muitas fotografias...O segundo elemento vem quebrar (ou escandir) o studium. Desta vez não sou eu que vou procurá-lo, é ele que salta da cena. Existe uma palavra em latim para designar essa ferida, essa picada…A este segundo elemento, que vem perturbar o studium, eu chamaria, portanto, punctum. Roland Barthes, //Câmara Clara//@@

indent indent @@font-size:10px;''Receita de Ano Novo'' Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a arriveçar pelo seu inside) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se occur, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.

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